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Histerectomia: O que é? Total, Parcial

Histerectomia: O que é? Total, Parcial

Postado em: 14 de maio de 2019

O médico sugeriu um histerectomia? Então, é hora de conhecer tudo sobre a cirurgia e se preparar para o pós-operatório. Acompanhe o texto e descubra tudo o que você precisa! Cerca de 30% das mulheres brasileiras é submetida à histerectomia até os 60 anos de idade. A cirurgia consiste na retirada total ou parcial do […]

O médico sugeriu um histerectomia? Então, é hora de conhecer tudo sobre a cirurgia e se preparar para o pós-operatório. Acompanhe o texto e descubra tudo o que você precisa!

Cerca de 30% das mulheres brasileiras é submetida à histerectomia até os 60 anos de idade. A cirurgia consiste na retirada total ou parcial do útero, como forma de prevenção ou tratamento de uma série de problemas.

O útero é um órgão com cerca de 90 gramas. Ele se expande durante a gravidez, já que abriga o bebê, e pode chegar a pesar, sozinho, mais de 1 kg. O papel do útero é abrigar o feto desde a sua fecundação, já que é no útero que o primeiro amontoado de células se fixa e se desenvolve.

A gravidez ocorre quando óvulo e espermatozoide se unem. De modo natural, essa união ocorre após a relação sexual sem o uso de método contraceptivo.

Por meio da ejaculação masculina, uma série de espermatozoides é depositada na vagina.  Em seguida, as células masculinas nadam até a tuba uterina, onde o óvulo os aguarda. O óvulo é fecundado, e então “caminha” para o útero, onde se agarra ao endométrio. O endométrio é a parede interna uterina, e garante a nutrição das células que darão origem a um embrião.

Há diversas situações, porém, que podem dificultar todas as funções do útero. Em muitos casos, a mulher sente imensas dores e reflexos intensos em seu bem-estar. Quando um tratamento menos invasivo, como o uso de remédios, não dá resultado, o médico costuma recomendar a retirada do órgão uterino.

Quais as indicações da histerectomia?

A histerectomia é considerada uma cirurgia muito invasiva, pois retira um órgão do corpo feminino e muda completamente o seu sistema reprodutor. Assim, a operação é indicada apenas para problemas graves, e para quando tratamentos mais “simples” não funcionam. A seguir, explicamos as indicações mais recorrentes para o uso da histerectomia. Acompanhe!

Miomas

Miomas uterinos não têm causa conhecida, mas são comuns na idade fértil feminina. Seus fatores de risco são a obesidade, raça negra, a puberdade precoce e o histórico familiar — o que não significa que, obrigatoriamente, a mulher que atende a esses riscos desenvolverá um mioma.

Os miomas são na maioria das vezes nódulos benignos da musculatura do útero. E raramente podem sofrer transformação para tumores malignos. Grande parte das mulheres que têm miomas são assintomáticas. Porém em alguns casos podem causar sintoma com dor pélvica e transtorno menstruais principalmente com aumento de dias e intensidade do fluxo menstrual.

Nestes cenários, a histerectomia pode ser indicada quando não se consegue resolver os problemas com o tratamento clínico. É sempre importante avaliar o futuro reprodutivo da paciente antes de se tomar a decisão de se retirar o útero.

Endometriose

Já a endometriose acontece quando o endométrio, tecido da camada mais interna do útero (endométrio) se desenvolve fora do útero. O problema pode provocar dores muito intensas, dependendo da sua gravidade. Quando o bem-estar da mulher é intensamente afetado, a retirada do útero pode ser a solução.

Geralmente, o médico realiza a histerectomia por via  abdominal, laparoscópica. Mas a cirurgia vaginal também é uma opção. Logo mais, explicaremos como cada uma funciona. Continue acompanhando!

Prolapso uterino

Na configuração normal do corpo feminino, o útero é um órgão localizado na região pélvica. Ele fica apoiado no fundo da vagina e suspenso por alguns ligamentos. Porém, existem situações em que  esses apoios enfraquecem fazendo com que o útero desca pela vagina e algumas vezes podendo até sair totalmente para fora da vagina. Existem fatores de risco que aumento o risco para o presença de prolapso uterino: fatores genéticos e estruturais (enfraquecimento dos ligamentos de sustentam o útero). Outro fator de risco são partos normais múltiplos. Estas estruturas também podem se enfraquecer com a idade.

Quando o prolapso uterino acontece, o útero passa a se localizar em uma parte mais inferior do corpo. Em um quadro grave, o órgão pode sair da vagina. A solução, então, é a histerectomia.

Câncer ginecológico

No sistema reprodutor feminino, podem ocorrer diversos tipos de câncer de origem ginecológica que necessitam de cirurgia para retirada do útero tais como  câncer  do ovário, endométrio ou do colo do útero. A histerectomia pode ser indicada tanto para tratamento dos problemas, quanto para a sua prevenção.

Displasia cervical

Outro problema comum para muitas mulheres é a displasia cervical. A displasia nada mais é do que o desenvolvimento de células anormais no colo do útero que são lesões precursoras do câncer do colo uterino. Na maior parte das vezes, o distúrbio ocorre como consequência da contaminação pelo papilomavírus humano (HPV). Muitas vezes a histerectomia é indicada nesta situação justamente para se evitar o câncer do colo uterino propriamente dito.

Placenta percreta

A cirurgia de retirada do útero também pode ser a solução para o tratamento de problemas como a placenta percreta. A condição ocorre quando a placenta penetra de forma mais profunda do que deveria no útero. Assim, ela atinge a região muscular do órgão, e em situações rara até atravessar toda espessura do músculo do útero e atingir órgãos vizinhos como a bexiga e o intestino. Isto muitas vezes sóe é diagnosticado apos o nascimento quando ao tentar retirar a plancenta a esma fica retida.  Geralmente trata-se de uma emergência pelos risco de hemorragia grave e a histerectomia é às vezes a única solução.

Adenomiose

A adenomiose nada mais é do que um tipo de endometriose da musculatura uterina. Neste caso as células do endométrio (camada mais interna do útero) “invadem” a musculatura uterina e podem causar sintomas como dor forte no período menstrual , sangramento intenso e infertilidade. Este tipo de problema muitas vezes se resolve com uso  de medicação mas quando isso  não ocorre, o médico pode indicar uma  histerectomia.

Outras indicações para a operação

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Além das situações citadas, a histerectomia costuma ser utilizada em casos de:

  • Cirurgia de adequação sexual (feminina para masculina);
  • Dor pélvica crônica;
  • Sangramento vaginal anormal;
  • Crescimento não maligno do útero;
  • Crescimento não maligno dos ovários;
  • Infecção pélvica severa; e
  • Danos irreparáveis no útero.

Cuidados para a cirurgia

Apenas o médico pode definir se a operação de retirada do útero é mesmo a melhor opção à mulher. É necessário considerar vários fatores, como os riscos associados e o pós-cirúrgico, e principalmente avaliar o futuro reprodutivo desta mulher. A histerectomia elimina, por exemplo, a possibilidade de a mulher gerar um bebê no próprio ventre.

Para definir se o tratamento é mesmo o ideal, o especialista solicita uma série de exames. Começando pelo Papanicolau, que permite ao profissional perceber avaliar o risco de se ter um câncer do colo uterino A ultrassonografia pélvica tem a mesma função, e ainda facilita a percepção do tamanho e localização de qualquer problema.

Outro exame bastante comum é a biópsia do endométrio, quando se suspeita de possibilidade de um tumor na parte interna do útero. Além disso pode detectar células anormais na parede interna do útero, e também pode ajudar no diagnóstico da endometriose.

Com a cirurgia marcada, o médico realiza exames pré-operatórios laboratoriais e alguns caso se faz necessário avaliação com um cardiologista. Também é necessário uma avaliação com equipe de anestesia para se medir os riscos relacionados ao procedimento cirúrgico.

Normalmente, a histerectomia é realizada por um cirurgião ginecologista. Quando a cirurgia é radical (como explicaremos a seguir), um cirurgião oncologista pode se tornar o responsável pela operação.

Na hora do procedimento, é possível utilizar tanto a anestesia regional (raquianestesia ou peridural) mas também pode-se usar anestesia geral os as duas combinadas. Tudo vai depender do tipo de cirurgia e do tempo médio esperado para o procedimento.  Se este for o seu caso, converse com o seu médico. Ele poderá esclarecer qualquer dúvida.

Tipos de histerectomia

Existem três tipos de histerectomia, e a indicação de cada uma varia muito. Para definir a mais adequada, o médico avalia com cuidado  vários fatores , como idade, tipo de patologia, antecedentes pessoais, etc. O objetivo é garantir que a operação seja eficaz e única, sem a necessidade de uma nova intervenção.

O primeiro tipo da histerectomia é chamado de radical, pois remove todo o útero da paciente. Além do órgão, são retirados os tecidos e ligamentos ao redor do útero. Normalmente, essa operação só é realizada quando há a presença de um câncer, pois é necessário evitar a proliferação das células doentes.

Se necessário, os ovários podem ser removidos na mesma cirurgia — o que caracteriza um pan-histerectomia. Agora, se também forem removidas trompas, a porção superior da vagina e esvaziamento ganglionar pélvico, a operação é chamada de Cirurgia de Wertheim-Meigs.

Já a histerectomia total faz a retirada do útero e do colo do útero feminino. Enquanto isso, a operação subtotal faz a retirada do útero, mas mantém o colo do útero intacto.

Como a histerectomia é realizada?

Além dos tipos de histerectomia, existem diferentes modos de realizar a operação. O médico pode, por exemplo, sugerir a histerectomia abdominal, ou então a vaginal. As outras opções são pela cirurgia laparoscópica, por morcelamento e a robótica. Descubra, a seguir, como cada uma funciona.

Histerectomia abdominal

Para realizar a versão abdominal da retirada do útero, o médico realiza um corte na região do abdômen feminino. É por esse corte que o útero é retirado. Apesar de mais invasiva, devido ao corte maior, 65% das operações de histerectomia são abdominais.

O corte deste tipo de cirurgia pode ser realizado de modo vertical ou horizontal. No primeiro caso, a incisão é feita do meio do abdômen até pouco abaixo do umbigo. Já o corte horizontal é mais comum, pois é realizado na linha do biquíni. Essa localização costuma deixar as cicatrizes menos aparentes, o que agrada as mulheres.

Ainda assim, a definição pelo melhor tipo de incisão não é feita a esmo. O médico sempre considera o tamanho do útero e a presença de cicatrizes prévias na região abdominal. Normalmente, há preferência por “utilizar” uma cicatriz que já existe, em vez de criar uma nova.

Histerectomia vaginal

Quando a histerectomia é vaginal, o útero feminino é removido passando pela vagina. Neste caso, o cirurgião realiza uma pequena incisão dentro da vagina. Ele, então, insere instrumentos finos e longos no corpo da mulher para se proceder a cirurgia.

Com a ajuda desses mesmos instrumentos, o útero é “puxado” e removido pela abertura vaginal. Depois, são utilizadas suturas absorvíveis. Neste caso não é necessário a retirado dos pontos após a realização da cirurgia. Além disso como o corte é feito no fundo da vagina não fica cicatriz aparentemente visível.

Se necessário, o médico também pode retirar o útero por seções, cortando-o em pedaços menores. Isso é comum quando o útero está aumentado muito grande.

A principal vantagem do procedimento vaginal é o menor tempo necessário para a recuperação. Ele também é mais barato e não deixa cicatrizes aparentes.

Histerectomia laparoscópica

A laparoscopia é uma técnica cirúrgica utilizada para diversos tratamentos, inclusive os relacionados ao sistema reprodutor feminino. Para realizá-la, três pequenas incisões são feitas no abdômen da mulher. Finos instrumentos cirúrgicos são inseridos por esses furos, junto a uma microcâmera (chamada de laparoscópio). Com as imagens feitas pela câmera, o médico visualiza o interior do organismo e consegue se guiar, utilizando os instrumentos cirúrgicos na retirada do útero pela cavidade vaginal.

Histerectomia robótica

Uma histerectomia robótica também é realizada por meio da laparoscopia. Dessa vez, porém, são robôs que realizam todo o trabalho.

A opção é indicada, por exemplo, para casos em que a mulher apresenta muitas aderências pélvicas. Afinal, essa característica torna o procedimento mais sujeito a complicações. Para garantir o sucesso da cirurgia, um médico acompanha todo o trabalho dos robôs de perto, assistindo-o por um monitor. Assim, se necessário, o cirurgião pode intervir.

Quais os riscos da operação de retirada do útero?

Após a cirurgia de histerectomia, é comum que a mulher apresente algumas reações. Nos primeiros dias, por exemplo, podem ocorrer cólicas e pequenos sangramentos. Podem surgir complicações para urinar, e algumas reações relacionadas à anestesia utilizada durante o procedimento. Porém, esses reflexos são apenas momentâneos, e podem ser controlados por meio do uso de analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos (quando necessários) .

O problema acontece, realmente, quando esses sintomas são intensos e continuados, e quando ainda aparecem associados a outros sinais. Os sintomas de alerta, e que merecem uma ida ao hospital, são:

  • Vômitos frequentes;
  • Febre persistente acima de 38ºC;
  • Vermelhidão e sangramentos na região dos cortes da cirurgia;
  • Dor intensa no abdômen, que persiste mesmo após o uso do remédio indicado pelo médico;
  • Aparecimento de pus ou secreção com mau cheiro nos cortes da cirurgia;
  • Sangramento intenso fora do período menstrual.

Dores e incômodos depois da histerectomia podem indicar problemas como uma infecção ou o surgimento de coágulos de sangue. Também podem haver lesões nos órgãos ao redor do útero (como intestino e bexiga), e uma reação do corpo aos remédios ou à anestesia. Por isso, é fundamental contar com acompanhamento médico contínuo e atencioso, antes, durante e depois do procedimento.

Como é a recuperação da paciente?

Independentemente do tipo de histerectomia, o procedimento tem duração média de  1 a 2 horas. Após a cirurgia, a paciente é mantida internada para observação por, pelo menos, dois dias. Durante sua recuperação, serão utilizados remédios anti inflamatórios e para eliminar a dor.

Movimentos podem ser realizados, mas aos poucos e em intensidade bem pequena. Esse tipo de cuidado vai evitar sangramentos e a abertura dos pontos. Em todo o caso, pequenos sangramentos são comuns, e é necessário utilizar absorventes higiênicos.

É importante também não carregar peso maior do que 9 kg nos primeiros 3 meses. Você também não deve manter relações sexuais com penetração nas primeiras seis semanas após a cirurgia.

Quando a histerectomia vaginal é a realizada, o tempo de recuperação e cuidados necessários são mais brandos. Especialmente comparando-os à recuperação de uma cirurgia abdominal. Geralmente, a recuperação completa da paciente demora quatro semanas. No caso da histerectomia abdominal, esse tempo aumenta para seis semanas.

De qualquer modo, é indicado que, após alguns dias, a mulher passe a caminhar lentamente. A caminhada não deve ser propriamente um exercício físico, mas apenas o movimento dentro de casa. Ela vai prevenir a coagulação do sangue nas veias e acelerar a cicatrização do procedimento.

Restrições na dieta só existem quando o médico considera necessário. O modo de realizar os curativos no pós-cirurgia também pode variar por paciente. Ainda assim, é comum a indicação do uso apenas de água e sabão neutro, com o curativo sendo trocado de 12h em 12h.

Pós-histerectomia: o que muda na vida da mulher?

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O principal efeito da pós-histerectomia é a melhora na qualidade de vida feminina. Afinal, o útero pode ser fonte de uma série de patologias. Porém, um aspecto costuma pesar mais, inclusive na decisão pela cirurgia: a gravidez. Após a retirada do útero, a mulher não tem mais a possibilidade de gerar um bebê em seu ventre. Falaremos mais sobre este aspecto logo mais. Continue acompanhando!

A mulher que retira o útero também não tem mais períodos menstruais. Isso porque, a menstruação consiste na liberação do endométrio, a camada interior do útero. Sem útero, sem endométrio para ser liberado.

Se os ovários femininos forem retirados, a paciente entrará na menopausa logo após a cirurgia. Ou seja, seu corpo irá interromper a sua ovulação. Com os ovários mantidos, o ciclo hormonal e a liberação dos óvulos será mantido, até que o corpo feminino entre sozinho na menopausa

Finalmente, é importante destacar a vida sexual feminina. A retirada do útero não afeta em nada o apetite sexual da mulher, nem a sua capacidade de obter prazer. O prazer feminino está ligado à vagina e, principalmente, ao clitóris, que não é afetado em nenhum modo da cirurgia. A resposta a estímulos e a lubrificação vaginal só poderão diminuir, levemente, se o tamanho do colo do útero for consideravelmente modificado na cirurgia (o que não é muito recorrente).

Histerectomia engorda?

Muitas mulheres relatam que, após a histerectomia, têm maior dificuldade em manter o peso ideal. Não há provas da relação entre esses dois fatores.

Ainda assim, especialistas acreditam que o ganho de peso momentâneo está relacionado à restrição em realizar atividades físicas nos primeiros meses do pós-cirúrgico. Outra explicação são as mudanças nos níveis de progesterona e estrógeno no organismo, o que intensifica a retenção de líquidos.

A importância do acompanhamento psicológico pós-cirurgia

Assim como citado, ao retirar o útero, a mulher não tem mais a capacidade de gerar um bebê em seu ventre. Essa impossibilidade provoca, em muitas pacientes, a ideia de que elas são mulheres “piores” do que aquelas que não passaram por cirurgia. A impossibilidade de gerar filhos seria uma indicação de que a mulher é “menos mulher” do que as demais.

Todas essas concepções estão erradas. Porém, pode ser difícil manter esse pensamento após a operação, já que sentimentos negativos são comuns. Por esse motivo, o acompanhamento psicológico após a histerectomia é mais do que indicado. Sessões de psicoterapia podem ajudar a entender e a trabalhar as emoções. O objetivo é evitar que elas afetem a sua vida e levem a problemas mais graves, como a depressão.

De qualquer modo, é importante destacar um ponto. A mulher que realiza uma histerectomia não pode mais engravidar, mas pode, sim, ter filhos. Quando a paciente tem o desejo de engravidar, o médico sugere a coleta dos seus óvulos antes do procedimento. Depois, estes óvulos podem ser utilizados para uso em tratamento de reprodução assistida com a fertilização in vitro. . O bebê pode ser gerado com o auxílio de uma barriga solidária.

A Fertilização in vitro é um processo no qual óvulo e espermatozoides são coletados e levados ao laboratório. Lá, eles são unidos, gerando um embrião. Após amadurecer por cerca de cinco dias, este embrião é transferido para o útero da barriga solidária. Caso consiga se agarrar ao endométrio, esse embrião iniciará a gravidez. Para saber mais sobre o assunto, leia o texto Inseminação Artificial: Gravidez, Passo a Passo.

Agora você já sabe tudo o que precisa sobre a histerectomia. Antes da cirurgia, converse bastante com o seu médico e tire qualquer outra dúvida que restar. Assim, você saberá como a operação afetará o seu bem-estar.