Menstruação espaçada: Principal sintoma da SOP

Cerca de 10% das mulheres em idade fértil são diagnosticadas com a Síndrome dos ovários policísticos, ou SOP. E a grande maioria dessas pacientes só percebem a síndrome quando decidem engravidar e não conseguem ou por conta de uma menstruação espaçada.

A SOP está classificada como uma das causas mais frequentes de infertilidade nelas. O problema se caracteriza na ovulação, que não é constante e gera um ciclo irregular.

Alguns outros sinais podem ser percebidos por essas pacientes como crescimento de pelo no baixo ventre, seios, queixo, buço, oleosidade da pele e cabelo, aumento de peso e manchas.

Porém só alguns exames mais detalhadas podem confirmar ou não a SOP. Nesse caso o médico solicita a ultrassonagrafia e complementa o resultado com exames de sangue, já que é preciso descartar algumas outras doenças com sintomas similares, que é a tireoide e a glândula supra-renal.

O tratamento é individual e inclui a administração de anticoncepcional ou de hormônios. Porém, mesmo assim algumas mulheres ainda não conseguem engravidar de forma natural e têm de recorrer aos métodos assistidos.

A fertilização in vitro é uma dessas possibilidades. Para gerar o embrião é feita a coleta de óvulos da mulher e espermatozoides do pai, em laboratório. Quando o óvulo começa a se dividir ele é inserido no útero da mulher.

Os tratamentos em reprodução humana duram em média 20 dias por tentativa. Neste período é preciso fazer o acompanhamento solicitado pelo médico para confirmar o sucesso da técnica.

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