Icone informações
Quero agendar
uma consulta
Icone informações
Quero mais
informações
Sobre o que você deseja saber?
Preencha os dados abaixo, selecione o assunto de interesse e receba informações exclusivas!

Diagnóstico genético pré-implantacional (PGD) e alterações genéticas, o que tenho que saber?

O Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGD), diagnostica as alterações genéticas. A técnica mais utilizada nos dias atuais realiza o exame no quinto dia de evolução dos embriões (D5) no laboratório de reprodução.

Somente laboratórios bem equipados detém esta tecnologia que consiste na realização de um pequeno orifício na zona pelúcida do embrião (“casca”) com laser (antigamente realizava-se com ácido) e retira-se material que será enviado par exame genético, para detectar alterações genéticas.

Congela-se o embrião e depois do resultado, que demora 10 a 15 dias (NGS), programa-se o descongelamento e transferência do embrião para a mulher ou, em caso de alteração genética, o embrião é descartado.

Outras técnicas menos utilizadas e algumas não mais realizadas, consistem na realização do exame genético no D5 e transferência no D6, ou realização no D3 e transferência no D4. É importante saber que não se provoca dano ao embrião e não faltarão recursos para o feto, decorrente da retirada de amostras de células.

Como é uma amostra de um todo, pode não ser representativo 100%, assim, pode-se ser falso positivo ou negativo. Isto é, o resultado do PGD pode vir alterado e o embrião ser normal e vice-versa. Atualmente, o Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGD) não é feito de rotina em todas as pacientes, por não aumentar a taxa de gravidez, mas parece que diminui a taxa de abortamento. Uma grande vantagem é a possibilidade de detectar uma alteração específica no embrião antes da transferência. Deve ser discutido com o especialista as indicações, mas a decisão da do casal é a que prevalece.

No PGD é possível determinar o sexo do bebê, pois existem doenças ligadas ao sexo, mas não se pode realizar o PGD somente com a finalidade de determinar o sexo.

Qual a importância da primeira consulta médica?

A escolha do médico com quem fará a primeira consulta é crucial para o sucesso, pois caso este não seja qualificado, pode trazer gastos desnecessários ou até mesmo o comprometimento da fertilidade. Ao final da consulta, o médico pedirá alguns exames ou indicará a conduta.
Algumas situações que podem levar ao insucesso (não engravidar, abortar ou comprometer a fertilidade em definitivo)

Há vários casos de insucesso, como: se for indicada uma fertilização in vitro sem examinar o útero, há chances do embrião não conseguir implantar o crescer no interior do útero; se indicar a inseminação, sem pelo menos um espermograma ou sem a avaliação das tubas, os espermatozoides poderão não encontrar com o óvulo; se a paciente recebe medicamento para estimular a ovulação ou fizer inseminação intrauterina (colocação dos melhores espermatozoides dentro do útero) sem controle de ultrassonografia, poderá ocorrer gravidez múltipla indesejada (quádruplos, quíntuplos); se for submetida à cirurgia para retirar cisto ovariano (endometrioma) poderá perder o ovário; se for submetida à retirada de miomas, poderá ocorrer a perda do útero. Portanto, o médico que lhe assistirá deve ser alguém na qual confia, uma vez que qualquer erro pode por em risco a sua fertilidade.

Como engravidar naturalmente?

Para engravidar naturalmente é necessário que tanto a mulher como o homem estejam com o sistema reprodutivo dentro da normalidade. Assim, a quantidade e qualidade de espermatozoide devem estar normais. A mulher deve ter os hormônios normais e ovular. Estas mulheres apresentam ciclos menstruais normais, produzem muco (sai um líquido viscoso semelhante a clara de ovo pela vagina 13-14 dias após inicio do ciclo menstrual) e não devem ter qualquer obstrução à passagem dos espermatozoides, que tem que passar através do útero em direção dos óvulos (a fertilização ocorre no interior da tuba). Após a fertilização, o embrião retorna da tuba para o interior do útero, onde irá crescer. Então, todos estes locais devem estar em ordem, por isso, são solicitados exames em caso de infertilidade. Relações a cada 2 dias seriam suficientes para ocorrer a gravidez, desde que sejam realizadas no período fértil (quando tem muco). Não há necessidade de repouso após a relação para que ocorra a gravidez natural. Se tudo estiver normal, a gravidez deve ocorrer naturalmente nos 3 primeiros meses de tentativa, mas se chegar a um ano tentando engravidar e não ocorrer, deve-se procurar ajuda médica. Alguns casais devem procurar antes, caso haja suspeita de infertilidade, suspeita de poucos óvulos ou idade superior a 35 anos.

Quais as diferenças entre as medicações utilizadas em fertilização in vitro (FIV)?

As medicações utilizadas em fertilização in vitro (FIV), têm resultados muito semelhantes para estimulação ovariana e os resultados de gravidez, também se aproximam. O que difere são os custos e o modo de utilização. Algumas vezes, os resultados podem diferir um pouco, mas estes detalhes somente o especialista poderá detalhar.

Perguntas em relação à histerectomia (retirada do útero)

1. Quais os tipos de histerectomias?

Total: retirada todo do útero.
Subtotal: retirado o corpo do útero e mantém o colo.

Em ambos os tipos, existe a opção de manter ou retirar os ovários (lembrando que é a retirada dos ovários que causam os sintomas da menopausa, devido à redução dos hormônios que os ovários produzem).

2. Quais as formas a serem realizadas?

Podem ser realizadas, pela: laparotomia – cortando-se o abdome (como o corte de uma cesariana); pela via vaginal – sem cortes (o útero, mesmo grande pode ser retirado sem a necessidade de cortes na barriga); pela videolaparoscopia – através de orifícios de até 1 cm no abdome (o útero pode sair através destes orifícios ou pela vagina).

3. Tem como evitá-la?

Através de consultas rotineiras, permitindo diagnóstico precoce e com tratamentos clínicos ou cirúrgicos, que, se tiverem êxito, levam a redução dos sintomas.

4. Quando é indicado a histerectomia?

Quando há o diagnóstico de câncer de útero e outras doenças benignas do útero, que causam sintomas importantes como dor e sangramento vaginal. Os exemplos mais comuns são os miomas e a adenomiose.

5. Quais as formas de tratamentos alternativos?

São os tratamentos clínicos (geralmente paliativos):

Videohisteroscopia cirúrgica: (permite retirada de tumores intrauterinos) através da vagina, sem necessidade de cortes abdominais e impedindo a histerectomia;

Miomectomia: (retirada de mioma) ao invés da histerectomia;

Embolização de mioma: interrupção da irrigação sanguínea do mioma.

6. Por que não retirar o útero se a mulher não tem desejo de gravidez futura?

Além da procriação, o útero pode ter alguma importância pessoal para cada mulher.

Voltar