Quando recorrer à ovodoação?

Os motivos que levam elas a buscar a doação de óvulos são diversos. Há desde casos relacionados a fatores genéticos  e há mulheres que deixaram para engravidar com mais idade e então o número de óvulos restantes é muito baixo ou estão envelhecidos, o que diminui a chance de uma gravidez natural.

Ao confirmar que a doação é a única forma segura de engravidar, o casal dá início a diversas etapas do processo. “Isso inclui consulta psicológica e seleção da doadora. É requisito que a doação seja aceita somente quando houver características físicas semelhantes entre ela e a receptora, além de ter compatibilidade sanguínea”, explica Joji Ueno, ginecologista, doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP, diretor e fundador da Clínica GERA.

O processo é longo e muita vez chega há seis meses. Somente ao aprovar a doação, o casal passa para a fase de preparação do útero da mulher. São administradas doses de hormônios que vão fazer com que o corpo dela receba da melhor forma possível o embrião.

Quando a mulher estiver pronta os óvulos são descongelados e o parceiro faz a coleta do sêmen. No quinto dia da fertilização, ela recebe os embriões e no prazo de quinze dias é possível confirmar a gravidez.

No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamenta todas as normas da doação que não pode ter caráter lucrativo e deve ser anônima.

Fonte: Joji Ueno, ginecologista, doutor em medicina pela Faculdade Medicina da USP, diretor e fundador da Clínica GERA.

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