Medicamentos para Infertilidade

Existem vários tipos de tratamento para uma mesma paciente, contudo, sempre um deles é o mais indicado. Normalmente, inicia-se pelo menos complexo, quando há esta possibilidade.

O melhor tratamento é aquele que corrige a alteração que está comprometendo a fertilidade da maneira mais simples possível. Assim, muitas pacientes são beneficiadas com o tratamento clínico, feito com:

Antibióticos

ou

Indutores de ovulação

É claro que o tratamento somente dará resultado se o restante da pesquisa básica for normal. Sempre se deve levar em conta o quadro clínico e o diagnóstico para determinar o melhor tratamento.

Neste contexto, é de extrema relevância a idade da paciente:

Mulheres mais novas (com menos de 30 anos) podem esperar por tratamentos mais prolongados.

Mulheres mais velhas (com mais que 35 anos) têm urgência por um resultado positivo.

O tratamento com medicamentos para infertilidade podem ter resultados imediatos, mas em geral eles demoram meses, pois, apesar de aparentemente não haver nada de errado com a paciente, somente se pode dizer que o tratamento não deu certo ao final de um tempo de observação e tentativas, costumeiramente, um ano. Então, pondera-se muito bem a utilização de tratamentos clínicos em mulheres mais velhas, pelos riscos de se estar “perdendo” um precioso tempo que ela não tem.

O uso de medicamentos para infertilidade:

As alterações hormonais geralmente são resolvidas com tratamento clínico. Pacientes que não ovulam podem engravidar com administração de hormônios. Elas podem apresentar os ovários micropolicísticos.

O medicamento mais simples é o citrato de clomifene (Clomid, Indux, Serophene), que provoca o crescimento de folículos que liberam os óvulos na metade do ciclo menstrual. A ovulação também pode ser promovida com o emprego de gonadotrofinas (Gonal, Puregon, Menopur, Gonadopin, entre outras), que estimulam os ovários de maneira mais vigorosa, por isso, deve ter controle médico rígido.

A administração descontrolada pode levar à hiperestimulação ovariana, causando risco de vida ou resposta insuficiente. É necessário o controle ultrassonográfico e/ou dosagem hormonal. Os demais tratamentos clínicos objetivam adequar outros hormônios que interferem na fisiologia reprodutiva ou sanar infecções genitais, com antibióticos ou cremes vaginais.

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