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Reprodução Assistida

Qual o melhor tratamento para engravidar? Esta é uma pergunta frequente entre os casais e por isso, a investigação da causa da infertilidade deve ser feita através por uma equipe especializada. Investigar as causas da infertilidade e conhecer as opções de tratamento e em especial a restauração da fertilidade, é algo que a Clínica GERA é referência e conduz todos os seus pacientes para diferentes tipos de tratamento, seja clínico, cirúrgico ou a mais alta tecnologia da reprodução assistida.


Confira abaixo os tratamentos para a restauração da fertilidade:

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 15% dos casais no Brasil sofrem de infertilidade. A estatística revela algo que os especialistas já sabiam: muitos casais têm dificuldades em conceber naturalmente. O que não significa, porém, que eles não possam ter filhos: técnicas de reprodução assistida podem ser a solução.

 

A reprodução humana

A reprodução natural do ser humano acontece por meio da relação sexual. Por meio dela, os espermatozoides, gametas masculinos, são inseridos no corpo feminino. Em seguida, esses gametas se deslocam até a tuba uterina, onde o óvulo fica disponível para fecundação em parte do mês. Este período de possibilidade corresponde a apenas 20% do mês, e é chamado de ciclo fértil.

Há situações, no entanto, que essa concepção natural não é possível. Como no caso da mulher possuir dificuldades de ovulação, ou seja, da liberação do óvulo. Em outros casos, o espermatozoide não possui a mobilidade necessária, ou nem mesmo está presente no sêmen liberado pela ejaculação.

As causas de infertilidade são muitas e, em 30% dos casos, estão relacionadas a problemas apresentados pelo homem e pela mulher. Em 30% dos casos, a disfunção é feminina, em 30% no corpo do homem, e nos últimos 10%, a causa não pode ser determinada.

 

Técnicas de reprodução assistida

Para situações destes tipos, a solução para a concepção pode ser a reprodução assistida. São diversas as técnicas oferecidas pela Medicina, cada uma indicada para diferentes situações. O método mais adequado é definido por médico e pacientes, após avaliação detalhada sobre as chances de sucesso de cada um.

Um casal deve procurar auxílio médico quando, após 12 meses de tentativas, não conseguir engravidar. Esse é o tempo médio necessário para o sucesso da concepção natural. Caso a mulher tenha mais do que 35 anos, o período deve diminuir para seis meses. Isso uma vez que, com o avanço da idade, a mulher tem sua fertilidade diminuída gradualmente.

Técnicas de reprodução assistida também podem ser utilizadas para concepção por casais homoafetivos, ou em concepções independentes. Especialmente nestas ocasiões, é possível contar com o auxílio de uma barriga solidária, e/ou com gametas doados por outras pessoas. No caso da doação de células reprodutoras, a Lei brasileira determina que ela seja feita de forma anônima.

Entre as técnicas de reprodução mais comuns estão a fertilização in vitro e a inseminação artificial. A lista de procedimentos, no entanto, também inclui a indução da ovulação, a ICSI e outras. Continue acompanhando o texto e conheça mais sobre cada uma oferecida pela Clínica GERA!

 

Fertilização in vitro

A fertilização in vitro é uma técnica de reprodução assistida que consiste na união do óvulo e espermatozoide em laboratório. Para que isso ocorra, o procedimento começa com estimulação ovariana, ou seja, a indução dos ovários a liberar vários óvulos de uma só vez. A etapa é realizada por meio da administração de medicamentos por um período aproximado de 10 dias.

Neste tempo, os folículos ovarianos se desenvolvem. Quando atingem o tamanho adequado, eles estão prontos para liberar os óvulos. Assim, utiliza-se uma injeção do hormônio hCG, que induz a liberação do gameta. O uso deste hormônio é realizado 36 horas antes da cirurgia programada para punção dos óvulos.

Realizar a punção dos oócitos consiste em seu recolhimento. A etapa é realizada na sala de operações, com a paciente sob anestesia. Em seguida, os espermatozoides do homem são colhidos, geralmente por meio da masturbação. Em casos da inexistência de espermatozoides no sêmen, a punção pode ser realizada cirurgicamente, retirando os gametas diretamente dos testículos.

Com todos os gametas colhidos, o processo de fertilização dos óvulos no laboratório de embriologia é executado. Isso significa que óvulo e espermatozoides são unidos, de modo a gerar um embrião. O cultivo embrionário é feito por até cinco dias, e logo depois a formação de células é inserida no útero feminino.

Essa transferência embrionária é realizada no ambulatório, e não é necessária a administração de anestesia. Inserido no útero, o embrião deverá se agarrar à parede do órgão para se desenvolver. Caso consiga, a gravidez irá resistir. O sucesso do procedimento é verificado por meio da ultrassonografia, realizada uma semana após a transferência.

 

Indicações da fertilização in vitro

Como são produzidos diversos embriões, é comum que muitos não são utilizados para o tratamento. Neste caso, o casal pode optar por fazer o congelamento dos embriões excedentes, preservando-os para tentativas futuras de gestação. Se for este o caso, um novo processo poderá se iniciar diretamente da etapa de transferência ao útero.

Procedimentos de fertilização in vitro são os mais indicados, por exemplo, quando a mulher apresentar obstruções na tuba uterina. Ou quando realizou laqueadura, ou sofreu casos repetidos de aborto.

Esse tipo de técnica de reprodução assistida também funciona para quando o homem apresenta alterações em seu teste de espermograma. É igualmente indicado para casos de vasectomia prévia, de fatores genéticos de infertilidade, entre outros.

 

ICSI

O procedimento de reprodução realizado por ICSI muito se assemelha ao método de fertilização in vitro. Afinal, até a etapa de recolhimento dos gametas, as etapas são as mesmas. O que muda é o modo como o óvulo é fecundado.

Na fertilização in vitro, diversos espermatozoides são colocados juntos ao óvulo, de modo que um deles fecunde o gameta feminino. Na injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI), porém, apenas um espermatozoide é unido ao óvulo.

Logo, o procedimento requer que um espermatozoides seja previamente selecionado. Para isso, os gametas são analisados em laboratório, e o com maior saúde e mobilidade, e características genéticas corretas, é escolhido.

Para unir óvulo e espermatozoide, o médico utiliza uma pipeta minúscula. Ou seja, um tipo bastante de agulha, com o qual insere o gameta masculino no feminino. O desenvolvimento do embrião, então, também acontece por aproximadamente em cinco dias, e logo após ele é inserido no útero feminino.

De forma geral, a ICSI é utilizada quando a infertilidade do casal está relacionada ao homem. Isso inclui casos como a baixa quantidade de espermatozoides no sêmen; gametas com problemas de formação ou mobilidade; vasectomia prévia; presença de uma doença infecciosa; infertilidade masculina de causa imunitária; ou ainda problemas de ejaculação.

 

Indução da ovulação

Existem situações em que a infertilidade do casal é causada principalmente pela dificuldade da mulher em ovular. Nestes casos, a indução da ovulação é uma das técnicas mais indicadas. Por meio dela, o corpo é estimulado a liberar a célula reprodutora, deixando-a disponível para a fecundação. Essa fertilização pode ser natural, ou então realizada por meio das técnicas de reprodução assistida citadas anteriormente, uma vez que todas requerem a indução da ovulação.

As pacientes que utilizam do procedimento geralmente têm ciclo menstrual bastante irregular. Muitas vezes, elas ficam 40 dias sem menstrual, ou podem ter intervalo de até um ano entre um ciclo e outro. Logo, a mulher não ovula.

A ligação entre a ovulação e a menstruação é clara: a menstruação consiste na eliminação do endométrio e do óvulo não fecundado todos os mensal. Se ela não ocorre, há a indicação de que o corpo não está se preparando como deveria para receber um embrião.

Um processo de indução é feito em duas etapas. Primeiro, há a estimulação ovariana, feira pelo consumo de medicamentos específicos, como as gonadotrofinas e o clomifeno. As substâncias são aplicadas via oral e subcutânea. Essa fase promove o crescimento dos folículos ovarianos, “bolsas” que guardam os óvulos.

Seu crescimento é acompanhado por meio de ultrassons durante o tratamento. Quando os folículos atingem o tamanho adequado, a mulher precisa consumir o hormônio hCG. Ele vai induzir a liberação do gameta.  O casal, então, é orientado a iniciar a prática intensa de relações sexuais. O teste de gravidez pode ser realizado cerca de duas semanas depois, quando há entre 10% e 15% de chance da concepção ter ocorrido.

É importante que a indução da ovulação seja indicada pelo médico. Algumas mulheres tomar indutores por conta própria, mas o consumo inadequado de remédios pode prejudicar a fertilidade.

 

Histeroscopia cirúrgica

Apesar de não ser propriamente uma técnica de reprodução assistida, a histeroscopia cirúrgica é um procedimento que pode garantir o sucesso de qualquer uma delas. A técnica funciona para a extração de miomas, pólipos uterinos e para correção de malformações da cavidade do útero. Pode tratar também aderências no útero, o espessamento do endométrio, ou retirar o DIU que não possuir os fios invisíveis.

Ou seja, a histeroscopia visa garantir a saúde do útero, algo fundamental para garantir a possibilidade de desenvolvimento de um embrião. Para sua realização, a mulher é anestesiada e deve permanecer em posição ginecológica. O médico utiliza  aparelho dilatador para a cavidade, e assim insere um histeroscópio no corpo feminino.

O histeroscópio é um instrumento delgado, que permite tanto a visualização interior do útero, quanto a realização da cirurgia. A visualização é realizada em um monitor de vídeo. A cirurgia dura entre 30 e 60 minutos, e tem recuperação rápida.

É comum, de qualquer forma, que a mulher apresente leves cólicas e sangramentos por alguns dias. Os sinais são resolvidos com medicamentos indicados pelo ginecologista.

 

Inseminação artificial

Para explicar a inseminação artificial, voltaremos novamente à fertilização in vitro. O processo da inseminação possui etapas idênticas à segunda, no que concerne à indução da ovulação e recolhimento do espermatozoide. Não é necessária, no entanto, a colheita dos óvulos. Isso porque a fecundação entre os gametas será realizada no corpo da mulher.

Dessa forma, a indução da ovulação só é utilizada, neste caso, para que haja forma de programar o dia de fecundação. Com o óvulo liberado, os espermatozoides do homem são colhidos e inserido ao fundo do útero feminino.

Esse posicionamento diminui a distância a ser percorrida pelas células, que deverão chegar à tuba uterina. Em situações normais, o óvulo aguarda nas tubas pela fecundação. O teste de gravidez é realizado cerca de uma semana depois.

A utilização da inseminação artificial é indicada principalmente quando os espermatozoides possuem problemas de fertilidade. Ou em casos de alta acidez do pH da vagina, que acaba por matar as células masculinas antes que elas consigam, de fato, adentrar o corpo feminino.

 

Preservação da fertilidade

As técnicas de preservação da fertilidade são aquelas indicadas para mulheres que não desejam ter filhos agora, mas gostariam de podê-lo numa idade mais avançada. Isso uma vez que a fertilidade da mulher diminui gradualmente de acordo com o avanço de sua idade. A opção também é indicada para casos de câncer feminino, pois o tratamento pode afetar a capacidade fértil do corpo.

A técnicas principal de preservação da fertilidade. A primeira consiste na vitrificação dos óvulos, ou seja, na sua criopreservação. Para isso, a ovulação feminina é induzida, e os óvulos pinçados. Assim, quando desejar a mulher poderá utilizar os gametas para realizar fertilização in vitro e conceber.

 

Laser e filmagem de embriões

Finalmente, existem as opções de uso do laser e filmagem de embriões. As alternativas são auxílio especialmente para a técnica de fertilização in vitro, pois permitem avaliar a qualidade do embrião antes de transferi-lo ao útero feminino.

O uso do laser na reprodução assistida é feito para corte preciso do embrião, fazendo biópsia para sua análise. Essa biópsia permite verificar, por exemplo, as características genéticas das células. Caso hajam alterações, os embriões podem ser descartados.

Já a filmagem de embriões permite estudar a divisão do embrião por 24 horas ininterruptas. Ao analisar as imagens, o médico pode verificar o comportamento das células, e assim escolher o embrião mais adequado à transferência.

Todas estas técnicas de reprodução assistida estão disponíveis na Clínica GERA. A escolha da mais adequada é feita com base nas individualidades de cada casal, para que a indicada tenha maior chance de sucesso. Entre em contato e marque uma conversa!

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