O que você precisa saber sobre Quantidade de Óvulos

A reserva ovariana pode ser quantificada de diversas formas. Pode-se contar a quantidade de folículos antrais (CFA) no início da menstruação pela ultrassonografia transvaginal (USGTV). É um exame simples de ser realizado que dá uma boa ideia se a mulher tem bastante folículos, dentro dos quais encontra-se o óvulo.
A quantidade de óvulos pode ser avaliada pela reserva ovariana
No início da menstruação ocorre o crescimento de vários folículos até o quinto dia do ciclo, quando termina o processo de dominância folicular. Após esse período, um folículo passa a crescer mais que os outros, que vão para atresia (não servirão mais para procriação). Esse processo ocorre todo mês, ou seja, é inevitável o consumo dos óvulos. Assim, com o USGTV conta-se a quantidade desde folículos pequenos, não dominantes. Temos uma boa ideia do potencial de resposta ovariana quando administramos medicamento para estimular a ovulação. Dessa forma é possível ter uma noção do tempo de vida fértil da paciente. Se tiver baixa CFA, ela terá pouco tempo de vida fértil, e se tiver alta CFA, indicará que terá muito tempo de ovulação.Outra forma de avaliar a reserva ovariana é a dosagem no sangue do hormônio anti-mulleriano (AMH). Esse hormônio é produzido pelos folículos ovarianos. Quanto mais folículos, mais alta é a dosagem do AMH e vice-versa. O valor é expresso em um número que pode ser colocado em gráfico, ficando fácil para a paciente enxergar a avaliação da sua reserva ovariana.Existem outras formas para tentar quantificar a reserva ovariana, mas as duas primeiras são as mais modernas utilizadas. Uma forma de fazer a estimativa seria a dosagem do hormônio folículo estimulante (FSH) e estradiol (E2) no terceiro dia do ciclo menstrual. Se o FSH estiver alto, significa que o ovário está funcionando pouco pois é ele que estimula o ovário a produzir folículos. Outras formas de tentar predizer se a paciente tem boa ou má reserva ovariana têm pouco interesse prático.
Não basta ter boa quantidade de óvulo para achar que é fértil
Com o avanço da idade vai piorando a qualidade dos óvulos e consequentemente aumenta a possibilidade de gerar filhos com alteração genética. Assim, mesmo mulheres que têm bastante óvulos (boa reserva ovariana), como ocorre com as mulheres com ovários policísticos, podem ter poucos óvulos viáveis. Inquestionavelmente, mulheres por volta dos 40 anos têm muito mais óvulos ruins do que aquelas com 10 anos a menos. Por outro lado, algumas mulheres podem ter má qualidade mesmo mais jovens.Não temos como garantir a boa qualidade dos óvulos mesmo nas jovens. Mesmo olhando os óvulos ao microscópio não é possível garantir sua qualidade. Uma maneira de avaliar melhor seria, após sua fertilização, fazer um exame genético do embrião formado. Dessa forma, seria possível uma avaliação muito mais apurada. Mesmo assim, não é 100%.Portanto, quanto mais jovem, maiores são as possibilidades de ter óvulos de qualidade.
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